O (post) RECÉM-NASCIDO

Então você se vê em casa sozinha com aquele recém-nascido nos braços. Isso acontece depois que a família sai do hospital e vai pra casa, as visitas cansam de de olhar pra cara de vocês, o marido vai dormir – ou vai na farmácia, ou no supermercado, ou fumar um cigarro – e você está ali com um pacote nas mãos. Um pacote que se mexe. Que faz grunhidos que você não sabe se são de desconforto, de alegria, um peidinho, nada disso ou tudo isso junto. O que você faz com ele?

1) Poe no berço: “mas ele é tão pequeno pra ficar no berço”

2) Fica no colo: “olha, não fica muito tempo no colo, senão acostuma e não vai querer sair”

3) Chora: “os nenéns sentem seus sentimentos”

4) Deixa ele no carrinho e vai ao banheiro: “acho que ela está em depressão pós-parto”

A mãe de um recém-nascido escuta todo tipo de conselho e história do mundo ao redor. Parece que qualquer um tem história pra contar ou alguma coisa pra ensinar quando se trata de recém-nascido. E quando se trata de uma criança de um ano. E de dois anos. Três, quatro. Adolescentes. Por ai vai… cabe à mãe filtrar o que acha que pode ser útil saber, descartar o desimportante e nem ouvir quando vem de gente em quem ela não confia.

E é com mais esse conselho para as mães que eu começo meu blog.

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